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Ficha técnica
Nome popular
rosa-do-deserto
Outros nomes
adênio, adenium, lírio-impala, mini-baobá, falso-baobá
Categoria
árvores
Família
Apocynaceae
Gênero
Apocynoideae
Espécie
Adenium obesum
Origem
África e Península Arábica
Tamanho
até 4 m
Substrato
areia, carvão, casca de pínus e terra
Propagação
por semente
Iluminação
sol pleno
Rega
pouca água
Quando plantar
o ano todo
Floração
primavera e verão
Perfumada
não
Frutos
não comestíveis
A rosa-do-deserto desembarcou há poucos anos no Brasil, mas desde que chegou, vem reunindo um grande número de adoradores. Não é difícil encontrar na internet blogs, vídeos e fan-pages dedicados a compartilhar dicas de plantio e técnicas para modificar o formato do caule, a altura das raízes ou mesmo a cor das flores.

Nativa da África e de vários países da Península Arábica, essa arvoreta chega a 4 m na natureza, mas variedades anãs são largamente vendidas no mundo todo, especialmente por quem cultiva bonsais. A planta precisa ficar num local onde bata sol por pelo menos 4 horas, caso contrário, não floresce. O vaso deve ser preparado com substrato muito arejado, já que o excesso de água nas raízes é o principal fator de morte da planta. Uma boa mistura é feita com 50% de areia grossa de jardim, 20% de terra, 20% de casca de pinus triturada e os 10% restantes de esterco.

Por ser planta de crescimento lento, a rosa-do-deserto pode custar mais de R$ 1000. Drible esse problema comprando mudas jovens ou, melhor, plantando suas próprias sementes. Para isso, escolha um vaso plástico para servir de sementeira, coloque pedras no fundo e complete com uma mistura de 70% de areia de jardim, 20% de terra e 10% de carvão moído. Semelhantes a grãos lenhosos de arroz, as sementes precisam ser plantadas deitadas, com uma distância de 10 cm entre elas. Acrescente por cima uma camada de substrato peneirado, borrife bastante água, escorra o excesso da rega e cubra o vaso com saco plástico transparente, mantendo a sementeira em local ensolarado. Em 10 dias, as sementes começam a germinar. Quando as mudas estiverem com 5 a 6 pares de folhas, podem ser transferidas para vasos individuais.

A rosa-do-deserto assim plantada costuma dar flor entre um e dois, mas, para conquistar aquele caule grosso e sinuoso que vemos em exemplares de exposição, você terá de “trabalhar” a planta periodicamente, como um bonsai. Isso inclui replantes, corte de raízes e de brotações superiores e outros cuidados para evitar o surgimento de fungos. A cada dois anos, desenvase o torrão de raízes com cuidado, acrescente uns três dedos de substrato no vaso em que a planta estava e, então, volte o torrão ao lugar. O “degrau” que ficará na superfície do vaso deixa a terra alguns centímetros acima da borda e será eliminado com as regas, expondo, pouco a pouco, uns centímetros das raízes. Chamada “levantamento de raízes”, essa técnica é usada pelos bonsaístas para deixar o conjunto mais escultural. Todo o manuseio deve ser feito com luvas, já que a seiva é tão tóxica que tribos africanas a usam como veneno em lanças e zarabatanas para caçar animais de grande porte.

Se esse cultivo mais intenso não é sua praia, prefira mudas jovens de caule bem formado e deixe que a planta cresça naturalmente. Afinal, linda ela já é.
abacaxi
Ananas comusus
acácia-amarela
Cassia fistula
afelandra
Aphelandra squarrosa
agapanto
Agapanthus africanus
agerato
Ageratum houstonianum
alecrim
Rosmarinus officinalis
alho-negro
Allium nigrum
antúrio
Anthurium andraeanum
árvore-orquídea
Bauhinia blakeana
azulzinha
Evolvulus glomeratus
borboleteira
Clerodendrum ugandense
buriti
Mauritia flexuosa
cacau
Theobroma cacao
cacto-estrela
Stapelia hirsuta
café
Coffea arabica
caju
Anacardium occidentale
camarão
Justicia brandegeana
cana-de-macaco
Dichorisandra thyrsiflora
carambola
Averrhoa carambola
catléia walkeriana
Cattleya walkeriana
cerejeira-japonesa
Prunus campanulata
clerodendro-vermelho
Clerodendron splendens
clívia
Clivia miniata
Coelogyne fimbriata
Coelogyne fimbriata
coração-sangrento
Clerodendron speciosum
curculigo
Curculigo capitulata
dente-de-leão
Taraxacum officinale
falsa-vinha
Parthenocissus tricuspidata
figueira-de-jardim
Ficus auriculata
flor-de-pavão
Caesalpinia pulcherrima
flor-leopardo
Belamcanda chinensis
gerânio
Pelargonium hortorum
girassol
Helianthus annuus
grama-amendoim
Arachis repens
helicônia
Heliconia rostrata
hemerocale
Hemerocallis x hybrida
hortelã
Mentha piperita
imbé
Philodendron imbe
jasmim-manga
Plumeria rubra var. acutifolia
jiboia
Epipremnum aureum
laranja
Citrus sinensis
lavanda
Lavandula dentata
limão
Citrus limon
lírio
Lilium hybrid
madressilva
Lonicera japonica
manacá-da-serra
Tibouchina mutabilis
manjericão
Ocimum basilicum
maria-sem-vergonha
Impatiens walleriana
onze-horas
Portulaca grandiflora
orquídea-bambu
Arundina bambusifolia
orquídea-chanel
Maxillaria marginata
orquídea-cometa
Angraecum sesquipedale
orquídea-do-samurai
Neofinetia falcata
orquídea-grapete
Spathoglottis unguiculata
orquídea-negra
Maxillaria schunkeana
paineira
Ceiba speciosa
pata-de-elefante
Beaucarnea recurvata
pata-de-vaca
Bauhinia variegata
pimentão
Capiscum annuum
pitanga
Eugenia uniflora
pluma
Celosia argentea
primavera
Bougainvillea spectabilis
rabo-de-gato
Acalypha reptans
ráfis
Raphis excelsa
resedá
Lagerstroemia indica
ripsális
Rhipsalis baccifera
romã
Punica granatum
rosa
Rosa sp.
rosa-do-deserto
Adenium obesum
salsinha
Petroselinum crispum
samambaia-havaiana
Nephrolepis exaltata "Marisa"
sibipiruna
Caesalpinia peltophoroides
singônio
Syngonium podophyllum
tomate
Solanum lycopersicum
tomilho
Thymus vulgaris
véu-de-noiva
Gibasis pellucida
vinca
Catharanthus roseus
violeta
Saintpaulia ionantha
viuvinha
Petrea volubilis
xaxim
Dicksonia sellowiana
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