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Dúvidas mais comuns

Qual adubo usar para a árvore dar fruta?
O elemento químico responsável pela frutificação e formação de sementes é o fósforo (a sigla "P" dos adubos NPK). Para estimular a frutificação de uma espécie, ofereça bastante água e adubação rica em fósforo. Se optar por um produto granulado, aplique NPK 4-14-8 uma vez a cada seis meses em volta das raízes da àrvore, seguindo a proporção indicada pelo fabricante no rótulo da embalagem. Caso prefira adotar a adubação orgânica, use 200 gramas de farinha de osso, bem incorporada ao solo (evite caso tenha animais de estimação por perto). Neste programa para a Rádio Globo SP há mais informações sobre adubação orgânica.
Adubo orgânico funciona em orquídeas?
A adubação orgânica mais comum em orquídeas é feita com Bokashi, um farelo colocado na borda do vaso, que vai liberando nutrientes aos poucos para a planta. Costuma ser facilmente encontrado em orquidários e feiras de orquídeas e é bem barato. O único inconveniente é deixar um bolor na base do substrato, mas que não faz mal nenhum à planta, só enfeia o vaso, mesmo. Além dele, alguns colecionadores usam torta de mamona, farinha de osso, farinha de peixe ou farinha de sangue, mas esses fertilizantes são tóxicos se ingeridos por crianças ou animais de estimação, além de não suprirem todos os nutrientes que a planta precisa (especialmente os micros). Outro adubo orgânico idolatrado pelos colecionadores endinheirados é o HB-101, um extrato de plantas feito no Japão – em poucos anos, ele virou febre entre orquidófilos e criadores de bonsais. Apesar de custar caro – R$ 100 o frasquinho de 60 ml, em média –, o HB-101 gera ótimos resultados, tornando as plantas mais resistentes a doenças e proporcionando aquelas floradas invejáveis de concursos. De maneira geral, usa-se qualquer adubo orgânico intercalado com o químico, nunca juntos; o mais comum é ficar um trimestre com um, outro trimestre com outro. Uma informação importante: ao usar adubo orgânico, todo seu cultivo precisa ser orgânico também. Portanto, nada de fungicidas, inseticidas ou bactericidas industrializados – eles matam os fungos benéficos presentes nos adubos naturais.
Por que não posso tirar uma orquídea da mata?
A retirada de mudas da mata não é uma boa maneira de ter plantas em casa. Primeiro porque elas podem estar em extinção e, ao retirá-las, você diminui o número de espécies na natureza. Segundo porque a maioria das plantas morre quando retirada de seu habitat natural e, das que sobram, uma grande parte não consegue se adaptar ao cultivo em vaso. Terceiro porque dificilmente a gente consegue reproduzir em casa as condições de cultivo tão delicadas que a planta tem na vida "selvagem": algumas espécies são super exigentes com relação à umidade e à iluminação, e exigem cuidados excessivos da gente. E quarto porque algumas plantas estão protegidas por leis, tornando a retirada delas de seu habitat natural um crime ambiental. O jeito é ficar admirando de longe, torcendo para que elas dêem muitas flores e a gente possa, ao menos, fotografar. Olha essa Miltonia flavescens aí da foto e diz se ela não fica muito melhor na árvore do que num vaso?
O que significa NPK?
É uma sigla frequente no rótulo das embalagens de adubo, simboliza os três elementos químicos mais importantes para as plantas: N de nitrogênio, P de fósforo (se escreve Phosphorus em latim) e K de potássio (Kalium, também do latim). O nitrogênio estimula o crescimento da planta, a formação de raízes e o desenvolvimento do tronco. O fósforo serve para folhas, flores e frutos, é o que deixa as flores mais bonitas, mais coloridas, maiores e em maior quantidade; também é ele quem torna as folhas mais verdinhas e os frutos maiores e mais doces. O potássio é usado para melhorar a resistência da planta a pragas e doenças, também serve para ajudá-la a se restabelecer de uma poda ou de um ataque de fungos, por exemplo.
Onde devo usar o adubo, nas folhas ou nas raízes?
Existem dois tipos de adubação: de folhas (foliar) e de raízes (radicular). Na adubação foliar, borrifa-se as folhas da planta com NPK diluído em água, de preferência de manhã cedo ou no final do dia. Esse é o meio tradicional de se adubar plantas epífitas (que vivem em cima de árvores), além da maioria das micro-orquídeas. Na adubação radicular, mais usada em plantas terrestres, o fertilizante pode ser usado na superfície do substrato, misturado à terra (ou à água, se a planta for aquática) ou diluído na rega. Húmus de minhoca, composto orgânico, torta de mamona, farinha de sangue, ossos ou peixe e torta de neem são alguns dos fertilizantes que devem ser misturados à terra antes da rega, permitindo que as raízes absorvam os nutrientes aos poucos. Há outros adubos sólidos, como bokashi e osmocote, que devem ser colocados na superfície da terra e regados por cima: eles podem manter a planta adubada por muitos meses. Se preferir, use adubos radiculares do tipo NPK, vendidos já diluídos, como muitas das embalagens encontradas em floriculturas e supermercados. Só observe no rótulo a proporção de nutrientes e a frequência de adubação, porque "comida" demais pode matar a planta.
Por que não se deve adubar uma planta no sol?
A adubação nunca deve ser feita nas horas de sol quente por três motivos. Primeiro porque os sais do adubo podem causar queimaduras as folhas. Segundo porque a água acaba "cozinhando" as raízes, causando mais danos que benefícios à planta. Mas o principal motivo para evitar a adubação no sol forte é porque isso é desperdício de tempo e de adubo. Veja só: toda planta possui nas folhas estruturas chamadas estômatos, minúsculas "boquinhas" responsáveis por regular a fotossíntese, a respiração e a absorção de nutrientes. Nas horas de sol forte, os estômatos se fecham evitando a perda excessiva de água, que poderia desidratar a planta, e, com isso, impedem a entrada de qualquer outra substância, inclusive de adubo. Se quiser oferecer comida à sua planta, prefira fazer isso de manhã cedinho ou no final da tarde, quando a temperatura é mais fresca e os estômatos estão abertos e "famintos".
O que significa substrato? Qual uso em orquídeas?
Substrato é o termo técnico para o material no qual uma planta se firma. Pode ser terra, areia, pedra, até água é substrato (no caso das plantas aquáticas, claro). Há vários tipos de substratos para orquídeas, como esfagno, casca de pínus, chips e fibra de coco – e até uma mistura deles. Há alguns materiais regionais, como semente de açaí e de babaçu, fibra de piaçava, bagaço de cana, capulho de algodão, sabugo de milho, e ainda isopor, esponja, espuma de colchão... Cada espécie de orquídea vai gostar mais de um substrato do que de outro. No geral, ele precisa oferecer à planta um meio para se firmar e manter a umidade que aquela espécie precisa. É por isso que não existe um substrato único para todas as 35 mil espécies de orquídeas. O substrato mais usado e encontrado pronto em floriculturas é casca de pínus misturada a chips de coco, mas se sua orquídea for uma mudinha ou precisar de mais umidade, você pode incluir um pouco de esfagno na mistura. Evite usar fibra de coco porque ela tem muito tanino, uma substância que queima as raízes das orquídeas (ferver a fibra em água tira o tanino, mas faz o substrato estragar mais depressa).
Como faço para acabar com lesmas e caracóis?
Lesmas e caracóis são pragas muito comuns em solos úmidos e podem destruir uma planta pequena de um dia para o outro. Comem brotos, hastes e botões florais e botam ovos no substrato, se propagando rapidamente no jardim. O primeiro passo preventivo é limpar bem o terreno, recolhendo galhos, folhas secas e outros "esconderijos". Mantenha os vasos suspensos por apoios de parede ou em suportes de ferro que os deixem longe do chão. A melhor forma de combate é a catação manual, mas use luvas, porque a baba deles pode causar alergia (e também porque eles são nojentos, claro). Se tiver poucos vasos, você pode protegê-los polvilhando sal, bicarbonato de sódio ou canela em pó ao redor do vaso, o que cria uma barreira também para as formigas. Tanto lesmas quanto caramujos têm hábitos noturnos: no final da tarde, espalhe pelo canteiro pedaços de chuchu ou sacos de estopa embebidos em cerveja. As pragas encontrarão rápido esses alimentos e, em algumas horas, basta recolher as armadilhas e jogá-las fora. Caso a infestação ou seu nojo sejam grandes demais, floriculturas e casas agrícolas vendem "lesmicidas", iscas venenosas feitas com metaldeído, uma substância que atrai e mata essas pestes. Por se tratar de um produto tóxico, manuseie-o seguindo rigorosamente as instruções do fabricante e não descarte a embalagem em lixo comum — leve-a, na validade, de volta ao lugar onde você comprou o veneno.
Receita caseira realmente funciona contra as pragas?
Sim, há muitas receitas naturais eficazes no combate às pragas, algumas delas tão simples que a gente pensa, "mas, puxa, por que não fiz isso antes?". As soluções caseiras mais conhecidas são as caldas de sabão, de fumo, de cebola e de pimenta, mas também se usa óleo de cozinha (ou óleo de neem). Inseticidas naturais não poluem o planeta, podem ser usados em plantas comestíveis e não são tóxicos para os seres humanos. Existem duas desvantagens em comparação aos pesticidas químicos: receitas naturais exigem preparo prévio (algumas precisam ficar vários dias fermentando antes de ficarem prontas) e devem ser aplicadas com mais frequência, porque seu princípio ativo tem curta ação. Mesmo assim, inseticidas feitos com ingredientes naturais são a melhor opção para quem não quer causar danos ao meio ambiente.
O que são cochonilhas? Como me livro delas?
São insetos (lazarentos!) que sugam a seiva das plantas e podem ou não ser protegidos por uma carapaça. Alguns são muito pequenos, menores do que a cabeça de um fósforo, outros bem grandinhos, do tamanho de moedas de R$ 0,05. Costumam aparecer em plantas que estão muito próximas umas das outras, onde não há boa ventilação, muita umidade ou deficiência de nutrientes. Há muitas espécies, mas as mais conhecidas são a cochonilha-branca (Pseudococcus praelonga), o pulgão-branco (Icerya purchasi), a cochonilha-de-carapaça (Coccus hesperidum), a cochonilha-cabeça-de-prego (Chrysomphalus spp), e a cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) e a cochonilha-escama-vírgula (Mytilococcus beckii). As cochonilhas que têm carapaça costumam ser mais difíceis de matar (e de detectar) porque possuem uma cera na casca que dificulta a ação dos inseticidas. Além de sugar a seiva de caules, brotos e folhas, causando manchas amarelas, esses insetos contaminam a planta com vírus e ainda fazem um "cocô doce" que atrai formigas. Portanto, fique esperto: se notar muitas formigas em suas plantas sem que nenhuma folha tenha sido cortada, pode fuçar debaixo das folhas que vai encontrar cochonilhas. Mate as pestes borrifando óleo de neem ou qualquer outro óleo mineral diluído na proporção de 5 ml de óleo (uma colher de sopa) para 1 litro de água. Importante: não aumente a proporção de óleo nem borrife a mistura nas horas de sol mais quente, caso contrário, você vai "fritar" sua planta!
Como se prepara a calda bordalesa?
Uma das formas mais antigas de prevenir o ataque de fungos e bactérias nas plantas, a calda bordalesa recebe esse nome porque foi criada em Bordeaux, região da França famosa pela produção de vinhos. Os agricultores borrifavam as parreiras com uma mistura de cal e cobre para deixar as uvas amargas e evitar que os frutos fossem roubados. Em 1882, um botânico que visitava as vinícolas descobriu que esse tratamento antifurto também protegia as videiras de doenças e aperfeiçoou a fórmula da calda bordalesa, hoje conhecida no mundo todo. Os dois ingredientes principais – cal virgem e sulfato de cobre – são encontrados em casas agrícolas, que também vendem a calda bordalesa industrializada, já pronta. Se quiser prepará-la em casa, pegue uma vasilha plástica ou de vidro (não pode ser de metal!) e dilua nela 25 gramas de cal virgem em 1,2 litro de água. Mexa bem por uns 20 minutos, até que toda a cal tenha se dissolvido e reserve. Num pano de prato, embrulhe 25 gramas de sulfato de cobre e faça uma trouxinha. Mergulhe a trouxinha bem fechada em outra vasilha plástica ou de vidro com 1,2 litro de água morna. Espere até que todo o pó azul tenha se dissolvido, o que leva uns 20 minutos. Pegue o mesmo pano que você usou para diluir o sulfato de cobre e estenda-o cobrindo toda a vasilha de cal virgem. Ele vai funcionar como uma peneira, segurando os grãos que não tiverem diluído (eles entopem o borrifador). Despeje a calda de sulfato de cobre por cima da "peneira" de tecido, misturando bem com a calda de cal. Pronto! Antes de usar, faça um teste: pingue uma gota de calda bordalesa numa superfície de metal. Se enferrujar, a calda está ácida e precisa de mais cal. Faça a correção adicionando cal aos pouquinhos, sempre testando no metal antes de usar. Essa receita rende 2,5 litros de calda bordalesa – se não usar tudo de uma vez, evite guardar por mais de três dias porque ela oxida e perde o efeito. Borrife todas as partes das plantas – menos as flores –, uma vez por semana, sempre nos horários de sol fraquinho, de manhã cedo ou no final do dia. Isso diminui o ataque de fungos e bactérias e ainda evita novas contaminações.
Tem um jeito certo de colocar adubo na terra?
Sempre as plantas estavam com terra úmida e de boa qualidade, mas em alguns casos notei que foi incorporado composto orgânico só na parte de cima do vaso. Quando for adicionar qualquer adubo na planta (húmus de minhoca, farinha de osso, composto orgânico, torta de mamona, farinha de sangue etc), procure misturar bem esse material à terra velha, para que a planta tenha acesso mais fácil aos nutrientes. Se a gente coloca só por cima do vaso, a planta manda as raízes para cima – e raízes não foram feitas para ficarem na superfície dos vasos, porque ressecam rapidamente com um tiquinho de sol.
Posso deixar a orquídea no vaso de plástico?
Depende da espécie. Algumas espécies se adaptam melhor a vasos de plástico, caso de micro-orquídeas como esse Epigeneium nakaharaei aí da foto. Outras se desenvolvem bem em vaso de barro, como muitas espécies de Cattleya, e há aquelas orquídeas que preferem ficar sem vaso nenhum, tal qual a Vanda. Procure conhecer melhor que tipo de orquídea você tem antes de escolher o vaso e o substrato para ela. Se quiser cultivar a planta em vaso de plástico – pode até usar o mesmo em que ela veio, desde que bem desinfetado com água sanitária –, faça alguns furos nas laterais para que as raízes possam respirar e o excesso de umidade não prejudique sua orquídea. Os furos precisam ter pelo menos 1 cm cada. Uma coisa importante: não é recomendável deixar as orquídeas no mesmo substrato em que vieram porque, normalmente, ele já está vencido e acaba enchendo a planta de doenças. Leia mais sobre substratos aqui.
Meu Dendrobium está secando, ele vai morrer?
As "caninhas" do Dendrobium normalmente secam depois que a orquídea dá flor. Essas estruturas são chamadas de pseudobulbos e servem para armazenar água e nutrientes justamente para o período em que a planta mais precisa, a floração. Quando acaba a "festa", o Dendrobium entra em dormência por alguns meses e a gente pode até achar que a planta morreu, mas ela está viva, hibernando como um urso. Depois de um período de descanso, o Dendrobium começa a produzir novamente brotos e raízes novas, se preparando para a próxima florada. Durante o período em que seu "urso" estiver dormindo, continue regando a planta apenas para manter o substrato úmido e adube uma vez por mês, para que ela tenha energia ao acordar. Assim que o Dendrobium acordar, retome as adubações semanais e dê muito carinho para sua planta, uem em alguns meses ela estará com os novos pseudobulbos maduros e prontos para dar flor.
Posso mudar uma orquídea de vaso se ela estiver com flor?
Não vale a pena correr o risco de mudar de vaso uma orquídea com flor, mesmo que ela esteja bem tratada e adubada. Ao realizar o transplante, muitas raízes acabam quebrando, gerando estresse para a planta. Qualquer planta estressada produz uma substância chamada etileno, um composto químico que evapora e causa a queda de botões, flores e folhas. A planta faz isso como medida emergencial para se manter viva quando se sente "ameaçada" – é como se ela descartasse tudo o que é supérfluo e acessório e se concentrasse apenas no essencial, respirar e fazer fotossíntese. Por isso, espere que a floração tenha acabado para fazer o transplante sem preocupações. Poucas orquídeas têm floradas longevas, você nem vai precisar esperar por muitos dias...
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Ganhei um mandacaru de presente, mas moro em apartamento e aqui tenho pouca luminosidade. Ele conseguirá se adaptar?
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Por que as folhas ficam com o aspecto de ferrugem? Tem como resolver isso?
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Tenho alguns lírios da paz,de vários tamanhos uns dentro e alguns fora de casa.Tenho reparado que estão ficando "queimadas" nas pontinhas, o que será?
Claudia Mesquita
Tenho uma pimenteira que está secando. Aqui em casa elas só duram uns 2 meses, é "olho gordo" ou falta de cuidado? Dizem que devo molhar todos os dias, mas moro no Rio de Janeiro e só rego duas vezes por semana.
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Comprei uma orquídea, na loja ela estava linda, em casa ela ficou murcha. Deixei em cima da mesa, depois, perto da janela. Qual o melhor local para quem quer ter orquídeas dentro de casa?
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Coloquei sombrite no meu orquidário - o sol bate só ao meio-dia, mas notei que as folhas das orquídeas estão bem verdes, mas elas até hoje não deram flor. Devo tirar o sombrite?
Giseli Cristina
Quando comprei minha Renanthera, ela tinha uns 30 cm de altura. As raízes secaram e sobraram 5 cm de caule e folhas sadios. Como devo cultivar?
Ricardo Ferreira
Tenho um cacto há dois anos que está pendendo para um lado do vaso. Parece que a raiz não vai suportar o peso. O que faço?
Alexandre Cassiano
Tenho um pé de maracujá-doce com folhagem grande que nunca deu flor. Está comigo há dois anos, o que faço para ele florescer?
Carla Avelar
Como preparo o terreno para plantar grama e evitar pragas?
André Oliveira
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